poema de amigo

Eu
precipício do além
(muito além do precipício)
Harém de ninguém
Vício de todo
vício.

Meia bomba de Hiroshima
(que não fode nem sai de cima)
Revolucionário de armário
www
de alfarrábio
Eu

Indócil
Não aceito o atalho como sócio
(o que vem fácil, vai fácil):
quero o fóssil.

Eu
Sarcástico
Beija-flor metálico sob a flor de plástico

Eu

Cobain como ninguém

Sid Vicious desde o início

James Dean
até o

fim.
poema de renato silva, vulgo cidadão das nuvens, jovem poeta paulista, de nobilíssima estirpe…

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1 Response to “poema de amigo”


  1. 1 Angelo junho 3, 2008 às 1:22 am

    Caralho.

    Tô pra receber um livro do Gary Snyder. E comecei a ler “Os Vagabundos Iluminados” – tudo a mesma pilha, budismo beat, zen-lunáticos do pós-guerra.

    Y usted? Cuando regresas a los mares de locura?


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mabru em
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